Prefeitura de S. Miguel da Baixa Grande realiza 1ª. Conferência Municipal da Saúde Mental
O evento também contou com palestra da psicóloga Láira Borges.

Com cerca de 45 inscritos de diversos segmentos da sociedade civil organizada, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) de São Miguel da Baixa Grande, por meio do Conselho Municipal da Saúde, realizou durante a última semana, a 1ª. Conferência Municipal da Saúde Mental, no Plenário da Câmara de Vereadores, que teve como tema: "A Política de Saúde Mental como Direito: Pela Defesa do Cuidado em Liberdade, Rumo a Avanços e Garantia dos Serviços da Atenção Psicossocial no SUS".
Estiveram presentes o secretário de Saúde, Neilson Teixeira, presidente do Conselho Municipal de Saúde, Maria do Amparo e a Prefeita Conceição Mendes. O evento também contou com palestra da psicóloga Láira Borges.
O objetivo principal é garantir e fortalecer as políticas públicas, o Sistema Único de Saúde (SUS) e o cuidado da saúde mental em liberdade, trazendo propostas para melhorias, formas de tratamento e o respeito aos direitos humanos.
Para Maria do Amparo esse debate é muito importante para o município. “Quero parabenizar a Semsa e o Conselho por essa iniciativa, pois debater políticas públicas que visem a inclusão do público-alvo é fundamental para a sociedade, por trazer benefícios e outros”, comentou.
De acordo com a prefeita Conceição Mendes, a conferência é um importante momento de discussões para que o município possa oferecer um melhor atendimento. “Humanizar ainda mais o atendimento aos cidadãos que necessitam de tratamento em saúde mental é primordial para que tenhamos bons resultados na reinserção na sociedade, que pode participar e contribuir para que essas melhoria dos serviços aconteçam de forma integrada”, pontuou.
Segundo o secretário de Saúde é muito gratificante ter pessoas comprometidas e dispostas a participar de momentos que venham debater essa temática.
“Debater a forma de inserir as pessoas que necessitam desse atendimento especializado no meio da sociedade é se envolver. Estivemos inertes nesse debate tão importante e, com isso, a população, as empresas e as instituições como um todo precisam entender que elas também fazem parte da execução de diversas ações. Não basta o poder público abrir uma rede de atendimento sem essa rede de apoio que é construída em conjunto com esses atores da sociedade, enxergando o outro de forma igualitária. É preciso romper barreiras, preconceitos, paradigmas e ter um outro olhar. Estamos todos juntos nessa luta silenciosa, principalmente com a pandemia e no mundo tecnológico, quando cada um fica no seu celular e sem participar de momentos simples dentro de casa. Resgatar a dignidade, cuidar de quem precisa e fomentar as políticas públicas são nossos objetivos”, disse.







